11 de maio de 2020

Parceria Paróquia Bom Jesus e Instituto Ideal Brasil

O Instituto Ideal Brasil vem consolidando sua parceria com a Paróquia do Bom Jesus (Sulacap - Rio de Janeiro/RJ) não só nas ações sociais na área de esportes. Em tempos de pandemia do COVID-19, a parceria tem ajudado na segurança alimentar das famílias dos atletas.

Relatório das Obras e Fotos das obras

























[Reflexões Diárias] Até quando?

O Salmo 13 começa com a indagação: “Até quando te esquecerás de mim, Senhor?”,  Quem nunca, num momento de dificuldades na vida, em um momento de dor, aflição, desespero, indagou assim. Quem nunca?
Às vezes faço isso, quando surgem problemas, dificuldades, quando a tristeza me acomete, e sei que você também o faz, assim como aconteceu aos filh@s de Israel no exilio também o fizeram. Assim como o salmista, enfrentamos dor, aflição, cansaço, ainda mais, agora em tempos de Covid-19, em que tudo mudou e mais, parece que algumas coisas pioraram.
E nossa alma fica angustiada e queremos saber “até quando” sofreremos. Até quando tudo isso vai durar?  Pois quando a alma dói e o corpo está cansado, aprendemos a conversar abertamente com Deus. É isso que o salmista faz. Não é rebeldia, fraqueza indagar, desabafar com Deus. Fazemos isso porque cremos que Deus está conosco, independente do que esteja acontecendo, pois confiamos no Senhor. Eu já fiz muitas indagações ao Senhor (e ainda farei, acredite), mas logo depois tento me lembrar dos conselhos bíblicos (se você se aflige no dia da angústia, tua força é pequena) e sigo em frente. Penso que coragem é admitir o medo, nossa fragilidade, nossos temores, nossa angústia e, mesmo assim, seguir adiante.  Olhemos para o passado, e lembremos o que Deus já fez por nós, pelo seu povo. E que possamos repetir as mesmas palavras do salmista, ao final do salmo: “(...) eu confio na tua benignidade; na tua salvação, meu coração se alegrará. Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem.” E sigamos em frente, grat@s, porque o Senhor está conosco, sempre! Por que tudo vai passar!
Odete Liber –
“Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem” (Sl 13.6).

10 de maio de 2020

[Reflexões diárias] Sempre Bendirei ao Senhor

Passando para lembrar que não existe ser humano que não tenha sofrido. Todos sofrem.  A dor, maldade, injustiça, pobreza, fome, violência, morte, relacionamentos rompidos, seja qual for o sofrimento, ele atinge a todas as pessoas. Inclusive as pessoas justas, cristãs e com isso, abrolham as dúvidas a respeito da justiça de Deus. No Salmo 34 se lê que Deus é justo e que os seres humanos de coração reto procuram a justiça do Senhor.

O salmo nos apresenta que o salmista louva ao Senhor por livrá-lo de seus temores e de seus inimigos. Davi se coloca como aluno de Deus (vs. 1-7), aluno no sentido de que ele aprende com a vida. Pois a vida ensina quando a gente assume a posição de alun@. Na escola da vida, porém, às vezes, primeiro vem a prova, depois a tarefa e a nota. Essa é a surpresa da vida.

As lutas, problemas, provações e seja lá qual for a dificuldade, devem propiciar amadurecimento àqueles que querem aprender, porém, há aqueles que endurecem o coração e não estão dispostos a crescer.  Mas, após  as dificuldades e adversidades, Davi  aprendeu que Deus salva, liberta e protege. Deus livra não só dos inimigos externos (perseguidores), mas também de inimigos internos (medos). A lição aprendida não é que os justos não tenham problemas, mas que Deus os livra em seus problemas. Deus nem sempre livra dos problemas, mas sempre livra nos problemas.  E assim, seguiremos, cantando: “Bendirei o SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios” (v. 1).  Então, força, coragem. Sei que dói, mas vai passar!

Odete Liber

9 de maio de 2020

09/05/20 Ação Social da Paróquia da Santíssima Trindade (Méier)

Hoje foram 225 quentinhas e 40 garrafas de água de 02 litros distribuídas pela Paróquia Anglicana da Santíssima Trindade (Méier). Deus tem honrado nossa ação e acrescentado mais quentinhas. Recebemos doação de alimentos de muitas pessoas. Todas  as saladas das fotos são doação. Pessoas desconhecidas estão indo na Igreja levar alimentos. Gloria a Deus!❤🙏⛪




[Reflexão diária] Profetas não são desejados, são necessários.

O nosso mundo tem um costume curioso, somos apaixonados pelo discurso de mudança mas, é a coisa que mais detestamos. Entre o povo de Deus não é diferente e isso é facilmente analisado quando lemos as escrituras. Seja na Bíblia ou na história da igreja, aliás é por isso que o lema Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est ao falar da necessidade da igreja reformada estar sempre se reformando não consegue sair da teoria para a prática (na maioria das vezes).

Apesar de sempre clamar por libertação, se Deus enviava a libertação logo a queixa era por não ter ficado tudo como antes. Foi assim com o povo que chorava por viver como escravo no Egito e quando Deus guia Moisés para os libertar logo começam a sentir saudades das panelas de carne do Egito.

Claro que muitas vezes o saudosismo e o apego ao que não serve mais vem disfarçado de várias formas: Moisés tentou arranjar desculpas para não falar, Jonas tentou arranjar desculpas para fugir, os judeus logo arranjaram a desculpa de Jesus esta endemoninhado, … Veja que algumas desculpas podem ter um fundamento real, sem serem mais do que desculpas como no caso de Moisés que de fato tinha um problema com a fala, outras são apenas mentiras como a dos judeus contra Jesus.

Existe uma charge famosa na qual um orador pergunta para uma platéia quem quer um mundo melhor e todos levantam as mãos, mas ao perguntar quem quer ser melhor para o mundo ninguém levanta a mão. A realidade é que mudar exige sempre uma mudança em nós mesmos, um processo de conversão e no fim das contas raramente estamos interessados nisso.


Os profetas, ou seja aqueles que aceitaram o chamado cristão para a profecia (e como o mover do Espírito não é algo limitado a uma casta ou grupo em específico), nos lembram disso e por isso são perseguidos e mortos como podemos ver nos textos de hoje.

A simples rejeição da profecia é sempre feita com discursos simplistas, o famoso argumentum ad hominem (quando se ataca ao defeitos e limites do argumentador ao invés de se questionar o argumento dele) é uma das formas mais comuns. E pasme, não faz sequer sentido para nós que somos cristãos e acreditamos no poder de Deus de usar quem ele quer, por pior que seja. Não, não...

“Não perseguimos o profeta, mas vamos rejeitar a profecia dizendo qualquer coisa que alivie nossas próprias consciências: não possui a mesma cultura, estudo, vivência, experiência, dom do que nós. Nem mesmo nos daremos conta do absurdo que é clamarmos por mudança se rejeitamos qualquer um que não esteja nos mesmos critérios e padrões que consideramos ideais”. Uma curiosa e bem discreta maneira de rejeitarmos a mudança é querermos que ela seja apenas uma mudança para como sempre foi feito e por quem sempre fez. “Talvez quando se tornar um de nós ou o que queremos possamos ouvir o que ele diz, afinal será só um eco de nossa voz e a única mudança real será no orador”.


Isso explica em partes o pensamento reacionário que infestou nosso mundo com a promessa de mudança contra mudanças, a única mudança prometida é a de voltar a fazer como sempre foi feito e com essa mudança na realidade estamos tentando impedir qualquer mudança.

Nossa sociedade é um cachorro correndo atrás do próprio rabo, ou talvez o famoso símbolo do ouroboros com a serpente que se engole, por isso a história humana se repete em ciclos (com as devidas mudanças no calendário, na tecnologia e etc). A profecia é necessária, mas nunca é desejada ou bem recebida e principalmente ela é inesperada: pode vir da boca da criança, do jumento, das pedras que clamam, pode vir de alguém detestável que Deus usou naquele momento, quase nunca vem de onde esperamos.


Ninguém esperava que o messias, da linhagem do Rei Davi, reinaria na cruz e não na liderança da revolta. Quem tiver ouvidos, ouça! Quem tiver olhos, leia! Graças a Deus que apesar da nossa resistência, Ele sempre levanta profetas indesejados e necessários. Pela sua misericórdia o seu povo aprende a necessidade de mudar e o quanto as escolhas ruins o afetam negativamente, aprende no amor (ao ouvir o que o Espírtio quer dizer para a Igreja) ou na dor (sofrendo pelos próprios erros), mas aprende. Cedo ou tarde, aprende.

Que o Espírito Santo amoleça nossos corações, abra nossos olhos e ouvidos para entendermos o que Deus pode estar falando para nós, especialmente por meio daqueles que menos achamos capacitados para tal. Em nome de Jesus. Amém.

Revdo. Morôni Azevedo de Vasconcellos | 09/05/2020 (Ano A)
Jeremias 26:20-24 | Salmo 31:1-5, 15-16 | João 8:48-59

17 de abril de 2020

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